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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Alvaro Sertano\Poética!

"INÉRCIA"!

Depositei meu pranto
no tesouro cupido,
de segredos encantados
desprendi meu canto;
frágil brinquedo
testemunho divino,
atado em teus elos;
Vela aberta
navegar prisioneiro,
dádiva de elegia
liberto a sete chaves,
por regencia com liça
num canto guerreiro;
Antes tú;
que os encantos da paixão,
antes eles,
de trote ligeiro;
Nós, cavalgar companheiro
que os quebrantos da solidão.
Alvaro Sertano,
do livro Saga Poética.

1 comentários:

david disse...

adorei o poema apesar de nao ser o que estava a prokura mas asim ke o vi kopiei logo ta mesmo espatakolar kontinue kom o bom trabalho